A Liberdade

Ora, o Senhor é Espírito;

aonde está o Espírito do Senhor aí há Liberdade. 

 

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© 2017 Cristãos Pela Liberdade

Páscoa e Liberdade 1

Atualizado: 13 de Jan de 2019



Primeira Parte


Refletindo esses dias sobre as duas datas mais importantes para o Cristianismo, o Natal e a Páscoa, percebi quão representativa é a Páscoa para o Libertarianismo. A Páscoa Judaíca, ou Pessach, simboliza a passagem do anjo da morte que levou a vida dos primogênitos do povo egípcio e culminou na libertação do povo hebreu da servidão egípcia. A Páscoa Cristã se dá no sacrifício de Cristo na cruz do Calvário para salvação e libertação da humanidade do jugo do pecado.


A partir desse breve resumo podemos pensar como as duas Páscoas representam a liberdade de duas maneiras; a primeira como uma libertação física-espacial.


Disse Moisés ao povo: Lembrai-vos deste mesmo dia, em que saístes do Egito, da casa da servidão; pois com mão forte o SENHOR vos tirou de lá; portanto, não comereis pão levedado.

Êxodo 13:3

Quando teu filho amanhã te perguntar: Que é isso? Responder-lhe-ás: O SENHOR com mão forte nos tirou da casa da servidão

Êxodo13:14


Então, falou Deus todas estas palavras: Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

Êxodo 20:2


Há a libertação física de um jugo estatal opressor que resulta em um libertação espacial, ou seja, o povo sai de um terra para uma outra terra, Êxodo.


A segunda libertação na crucificação do Cordeiro Pascoal, Aquele que veio libertar e salvar a humanidade representa uma libertação espiritual, intelectual. Aqui temos uma libertação do intelecto do homem, como pecador que vive escravo do pecado, e, que consequentemente, o leva a ser um servo de um sistema perverso e diabólico que aprisiona a mentalidade humana.


Em Gálatas Paulo apresenta um relato completo dessa libertação proveniente da graça divina.


Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.

Gálatas 2:19-20


Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.

Gálatas 5:1


Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Gálatas 5:13



Em resumo, temos a primeira libertação, física, que resulta na retirada do povo de um determinado território do qual não pertence. A libertação de uma Nação. E a segunda libertação, espiritual, que está em inteiramente ligada a vida e a alma do homem, o que culmina na libertação do intelecto humano. A libertação do Indivíduo como um ser autônomo e criativo, vinculado ao plano de salvação divino.


A partir de hoje o primeiro domingo do Ano até a Páscoa serão 16 domingos e traremos 1 texto por mês nessa Série de textos sobre a Páscoa e a Liberdade.

Filipe Dias é CEO do ICPL, um cristão orgulhoso do Evangelho e um pecador envergonhado. Mora no Rio de Janeiro, sua Nação, com sua linda e digníssima esposa.

Amante de Café, Livros, o Club de Regatas Vasco da Gama e Lapiseiras, nessa ordem.

Cristão Reformado Libertário Tomista-Weberiano e apesar de eventuais contradições, em processo de perfeição. É. isso mesmo, Perfeição!

Geógrafo de Formação, Economista por Ambição, Cientista Político por Atração

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